Home Data de criação : 09/05/31 Última atualização : 11/10/18 03:09 / 6 Artigos publicados

A nova música gospel  escrito em quarta 01 julho 2009 18:33

Mercado musical religioso cresce e se moderniza para atrair (fiéis) consumidores

Cabelos compridos, barba, calça jeans e tênis. É essa a aparência dos membros da banda cristã Barba, Cabelo e Adoração. Pode até não ser o que se espera de uma banda de música religiosa, mas o novo mercado musical cristão cresceu e se modernizou, para conquistar novos fãs, principalmente entre os grupos jovens.
Em uma pesquisa feita em 21 países, o Brasil se destacou como 3º país com maior população jovem religiosa.  Segundo o instituto alemão Bertelsmann Stiftung, cerca de 65% dos jovens brasileiros se declaram “profundamente religiosos”. Isso não quer dizer que os demais cidadãos sejam descrentes, já que essa mesma pesquisa confirmou que 90% da população nacional acredita em Deus, mas não se considera parte de nenhuma instituição religiosa específica.
Em vista do crescente número de jovens religiosos – principalmente entre as Igrejas evangélicas, representadas por cerca de 15% da população – a indústria da música, em maior parte controlada pelos consumidores juvenis, precisou abrir espaço para um tipo de música religiosa que não ficasse distante das bandas seculares que fazem tanto sucesso. Cientes de que a música é um instrumento crucial para agregar mais fiéis, as Igrejas apóiam bandas de rock que falam em Jesus.
O fenômeno, que começou com Padre Marcelo Rossi, mas que já estava em alta no universo evangélico internacional, cresce cada dia mais e reflete a modernização das doutrinas religiosas atuais. Os integrantes da banda Barba, Cabelo e Adoração recebem completo apoio da Igreja e seus fiéis para divulgarem suas músicas, em apresentações durante cultos e acampamentos promovidos pelo grupo de jovens da comunidade. A Internet é grande aliada nessa expansão, disponibilizando as músicas do grupo no Youtube e em sites de relacionamento, como o Orkut. O grupo explica os objetivos da banda: “Louvar o nome de Deus, pregar Sua palavra, ser usado por Deus para abençoar as pessoas e proporcionar um som cristãos que as pessoas gostem”.
Todo o projeto da banda surgiu do amor de seus integrantes em usar a música para pregar a Palavra de Deus. As letras, baseadas em passagens da Bíblia, se mesclam com as situações do cotidiano vividas pelos integrantes, o que aproxima ainda mais os fãs da banda, falando de problemas comuns aos adolescentes atuais, porém vistos com olhar religioso. Além disso, as músicas não têm nada a ver com as ultrapassadas canções sacras e corais de igreja. A melodia é acompanhada de bateria, guitarra e baixo, e existe até grupo de heavy metal católico, como o Eterna.
Atualmente, a juventude cristã tem à sua disposição diversas bandas condizentes com sua vida espiritual e social. A indústria musical gospel acabou passando a mensagem de que não é preciso ser tedioso para ser sagrado. Rock, heavy metal, rap, hip hop e pop fazem agora parte da realidade de jovens que, em meio a uma Era secular, seguem princípios religiosos milenares, interpretando-os para seu dia a dia.
Outro exemplo do crescimento dessa indústria é a banda One Face, de black music. O projeto musical de Juninho, Clayton e Binhu recebeu o apoio da comunidade religiosa da qual fazem parte, e a banda conseguiu cada vez mais sucesso, se apresentando em diversos lugares, gravando cds e tocando ao lado de personalidades como Kirk Franklin.
Apesar de parecer inusitada essa expansão gospel, a indústria musical religiosa já estava em ascensão há alguns anos, mas só agora chegou aos ouvidos seculares, que podem ver e ouvir bandas cristãs e padres cantores em canais abertos de TV, nas rádios e na internet. Isso porque o setor gospel é auto-suficiente, e há anos os fiéis sustentam seus artistas favoritos, em níveis de venda que chegam a 25 mil discos por ano.
Em meio a toda essa explosão de sucesso, louvor e musicalidade, há quem critique essa diminuição da linha entre o sagrado e o profano.  Samuel Araújo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, se impressiona com a apresentação do padre Fábio de Melo, que não usa batina, exibe relógios de marca, sobrancelha feita e calça jeans justa. “Um padre com imagem sexualizada é espantoso. O que virá a seguir?”, pergunta. Talvez nem mesmo a moderna sociedade do século XXI esteja preparada para lidar com clérigos sensuais.
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Dj Alpiste - Cristo Vive em Mim  escrito em terça 30 junho 2009 19:22

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Música gospel  escrito em domingo 21 junho 2009 22:11

Música gospel (do inglês, gospel; em português, "evangelho") é uma composição escrita para expressar a crença individual ou de uma comunidade com respeito a vida cristã, assim como, de acordo com seus gêneros musicais variados, também oferece uma alternativa, ao povo cristão, à música secular convencional. Como outros gêneros de música cristã, a criação, a performance, a influência, e até mesmo a definição de música gospel varia de acordo com a cultura e o contexto social. A música gospel é escrita e executada por muitos motivos, desde o prazer estético, com motivo religioso ou cerimonial, ou como um produto de entretenimento para o mercado comercial. Contudo, o tema principal na maioria das músicas gospel é o louvor e adoração a Deus, Cristo, e/ou o Espírito Santo.

A história da música gospel

 

 

Ainda que o termo, "Música Gospel", possa abranger um campo da Música muito vasto, seus estilos, embora com nomes variados, possuem todos uma mesma essência e raiz---a música cristã negra nos Estados Unidos da América. Talvez um dos velhos estilos da música negra que realmente se aproximou do Gospel, foi o Negro Spirituals (em Português, as canções harmoniosas dos "Espirituais dos Negros").
O foco desta breve história é a música que fluiu da igreja
Afro-americana e inspirou uma cornucópia de corais modernos, artistas do mercado Rhythm & Blues, e o atual Gospel contemporâneo, além de outros estilos musicais do gênero.
Alimentado pela gigantesca indústria multi-bilionária de gravação musical nos
EUA, o "pequeno infante" da música Gospel pulou do seu berço humilde e cristão e atravessou as muralhas da igreja para um mercado bem diferente do mundo atual. E, o Gospel continua a crescer. De acordo com a revista Norte-americana, Gospel Today, dentre 2003 e 2008, sete gravadoras criaram divisões especiais somente para lidar com artistas Gospel; as estatísticas da mesma publicação indicaram que os selos independentes cresceram 50%, e o rendimento das vendas só de música Gospel chegou a triplicar nas últimas décadas, de US$180 milhões de dólares em 1980 a US$500 milhões em 1990. [12]

 

 Origens

 

 

Thomas A. Dorsey (1899-1993), compositor de sucesso tipo There Will Be Peace in the Valley, é considerado por muitos, O Pai da Música Gospel. No início de sua carreira ele era um importante pianista de Blues, conhecido aliás por Georgia Tom. Ele começou a escrever Gospel depois que ouviu Charles A. Tindley (1851-1933) numa convenção de músicos na Filadélfia, e depois, abandonando as letras mais agressivas de outras canções, não abandonou, contudo, o ritmo de Jazz tão parecido com o de Tindley. A Igreja inicialmente não gostou do estilo de Dorsey e não achou apropriado para o santuário, na época. Em 1994, após o seu falecimento, a revista Norte-americana, Score, publicou um artigo com o título: The Father of Gospel Music (em português, "O Pai da Música Gospel"); neste artigo a revista declara que quando Dorsey percebeu, no início de sua carreira com o Gospel, que muita gente estava brigando contra a música Gospel, ele estava "determinado para carregar a bandeira" a favor do Gospel, bem entendido. Assim ele fez. Ele investiu em 500 cópias da canção dele, If you See My Saviour (em português, "Se Você Ver o meu Salvador") e enviou para diversas igrejas do país. Levou quase três anos para ele conseguir mais pedidos da música e ele quase retornou a tocar o Blues. Mas Dorsey não desistiu e com ajudas de outros bons músicos ele foi em frente. Trabalhou com as cantoras, Sallie Martin (1896-1988) e Willie Mae Ford Smith (1904-1994), escreveu centenas de músicas Gospel e testemunhou a sua música subir no púlpito das igrejas--aonde, uma vez, recusaram ela de subir! Dorsey fundou a Convenção Nacional de Corais Gospel nos EUA , em 1932, uma organização que ainda existe até hoje.[12]

 O desenvolvimento do Gospel

Muitos outros novos nomes apareceram. talvez fossem "prisioneiros de uma velha corrente, mas agora estavam salvos" prontos para alimentar a nova corrente do Gospel, como Mahalia Jackson, Clara Ward e James Cleveland.
Mahalia Jackson (1911-1972) foi convidada para cantar no televisionado
Ed Sullivan Show, minutos antes do eternizado discurso pró-liberdade negra de Martin Luther King, que ele disse as palavras certas na hora certa: I have a dream (em Português, "Eu tenho um sonho"). Mahalia acabou sendo a convidada para cantar durante a cerimônia do funeral do Rev. King; talvez, como num toque de mágica, ela escolheu uma canção de Dorsey: Take My Hand, Precious Lord (em Português, "Segure a minha mão, Amado Pai").
Clara Ward (1924-1973) junto ao The Ward Singers, foi uma artista com presença e substância. Sua canção Surely God is Able foi comentada como o primeiro
disco de platina após a Segunda Guerra Mundial. Mas esta informação não pode ser confirmada pois a RIAA mantém que Edwin Hawkins Singers foi o primeiro vencedor do disco de ouro com um Gospel, em 1968, com o famoso sucesso, Oh, Happy Day, desde que a RIAA começou a manter as estatísticas nas vendas dos discos, mas Ward influenciou muitos artistas com seu estilo, incluindo nomes como Little Richard e Aretha Franklin, que mantém que Ward era seu ídolo.[12]
James Cleveland (1932-1991): se Dorsey foi aclamado, por muitos da indústrias e seus seguidores, como o pai da música Gospel, o
cantor Cleveland foi coroado, pelos seus admiradores, "The King of Gospel" (em Português, "O Rei do Gospel"). Ele recebeu nada menos do que quatro GRAMMYs, incluindo um póstumos pelo seu álbum Having Church. Assim como Clara Ward, James Cleveland tinha muita presença com sua audiência. Ele não teve uma reputação de ter uma boa voz, mas ele conseguia agradar a todos que o ouvia. O seu grande feito foi fundar sua organização, em 1967, Gospel Music Workshop of America, considerada a maior convenção de Gospel do mundo, hoje, com mais de 185 escritórios de representações distribuídos pelos EUA13].[

 Elvis Presley e o gospel

Sem dúvida Elvis Presley foi um dos maiores divulgadores desse gênero musical durante todo o século 20. Elvis adorava esse tipo de música, inclusive, tanto quanto rock, blues, R&B, country e música erudita.

Desde a década de 50 ele já incorporava em seus álbuns e canções algumas influências desse gênero tipicamente americano. Como exemplo podemos citar, o acompanhamento vocal do grupo gospel "The Jordanaires", logo depois, no final da década de 60 até o começo da década de 70, vieram os "The Imperials" e durante a mesma década os "The Stamps", com a participação de J. D. Sumner e até mesmo um grupo vocal feminino de nome "Sweet Inspirations" e de outra cantora chamada "Kathy Westmoreland".

Elvis lançou quatro álbuns gospel; Peace In The Valley em 1957, His Hand in Mine em 1960, How Great Thou Art em 1967, considerado um dos "divisores de águas" em sua carreira e He Touched Me em 1972. Para se ter a real noção do que Elvis representou para o gospel americano, ele ganhou três GRAMMYs por suas interpretações gospel, em 1967, 1972 e 1974. Já em 2001 ele entrou para o "Hall da fama" do gospel, deixando para sempre marcado o seu nome nesse gênero musical americano tão importante e influente.

Entre os seus sucessos gospel estão, "Peace in the Valley", "Crying in the Chapel", sucesso mundial em 1965, "How Great Thou Art" entre outras. Muitos o consideram um dos maiores intérpretes desse gênero tipicamente sulista nos EUA.

 Gospel no Brasil

Na música sacra no Brasil

 

 Ainda no Século XIX, durante o alge do movimento dos revivalistas, Moody, Spurgeon, Torrey e outros, os Hinos Evangelísticos (Gospel Hymns) já foram surgindo. Composições de vários autores chegaram ao Brasil para o Culto Evangélico. Obras de Philip Paul Bliss; James McGranaham; Ira David Sankey; George Stebbins; Fanny Crosby e outros mais. As músicas claramente não eram as mesmas tradicionais dos grandes corais da tradição Protestante; eram mais simples, mas eram músicas voltadas para uma audiiência grande, em grandes galpões ou até mesmo praças públicas.[14]
Com a vinda de missionários estrangeiros, principalmente batistas e presbiterianos americanos. As igrejas protestantes então adotaram muitos destes hinos de origem estrangeira, alguns com a influência americana do "gospel". Hinários inteiros foram traduzidos e editados, como o "Salmos e Hinos" , "Harpa Cristã" e "Cantor Cristão". A partir do final da década de 60, grupos nacionais como
Vencedores por Cristo (VPC), entre outros, começaram treinamentos de formação de músicos e viagens para divulgação, começando então a influenciar o estilo de músicas de todas as igrejas evangélicas do Brasil.
A música Gospel no Brasil se populariza comercialmente no final da década de 80, quando entram em evidência ministérios de louvor como
Koinonya, Katsbarnea, Shirley Carvalhaes, Voz da Verdade, Vencedores por Cristo, entre outros. Desde então esse mercado só vem crescendo. Hoje o Brasil conta com mais de 100 gravadoras voltadas para esse estilo. Dentre elas destacam-se o Grupo MK Publicações e a gravadora Line Records que juntas são responsáveis por uma grande cota no comércio fonográfico gospel[carece de fontes?].

 

 No mercado comercial

 

 

No Brasil, o termo Gospel passou a remeter genericamente a toda expressão musical da fé evangélica---não só especificamente ao tradicional gênero estadunidense do mesmo nome---, saindo fora, portanto, bastante do gênero tradicional conhecido como Gospel. Diversas músicas que deveriam siplesmente ser chamadas de rock cristão ou música cristã contemporânea são generalizadas, no Brasil, como música gospel, causando uma grande confusão para o ouvinte leigo quando se trata do Estilo musical Gospel.
É importante notar que: apesar de que a palavra gospel significa "evangelho", quando se referindo a estilos musicais, um rock, um post-grunge, um "pop contemporânemo", um metal, ou, etc, são estilos distintos e não são o estilo conhecido como música gospel. Estes outros estilos falam também do evangelho, possivelmente, ou de Cristo e da salvação, ou ainda de outro aspecto da vida Cristã, mas texto, academicamente falando, por si só, não é Música. O texto colabora, em muitos estilos musicais, na distinção do genêro, mas ele tem pouca relevância numa análise musical quando se falando de música somente. Texto é um complemento a música e não é música por si. Logo, se extraimos o texto de uma música, o que temos é a essência do estilo, junto com a forma musical, e é nisto que realmente pode-se distinguir um gospel de um rock cristão. Uma guitarra, com uma bateria e um baixo sozinhos, por exemplo, tocando um rock, sem um texto qualquer, podem até estar em plena comunhão Cristã, mas não podem ser definidos como o estilo musical gospel, porque não há praticamente nada no estilo tradicional do rock para se dizer tradicional do gospel.
O termo Gospel ressurgiu no Brasil no mercado comercial nos anos 80 pela
Gravadora Gospel Records. Estevam Hernandes Filho é o patentiador desta marca em território nacional com todos os direitos sobre a marca da gravadora Gospel---mas não implicando que seja dono do estilo tradicional estadunidense de mesmo nome.

Já na década de 1990 se destacam os grandes grupos de louvor como Renascer Praise e Diante do Trono.

Logo surgiram as primeiras gravadoras evangélicas no Brasil que fez com que a onda Gospel crescesse mais rapidamente pelo país.

Diferente de outros países, a música gospel no Brasil não é tão conhecida no mundo secular, ficando praticamente restrita a cena evangélica. São poucos os artistas que se projetaram fora do público evangélico. Nos últimos anos, músicas cristãs de origem evangélica passaram a também fazer parte do repertório de grupos e cantores católicos, como o Pe. Marcelo Rossi, o Padre Zeca e o Padre Jonas Abib, fundador da Canção Nova.

 Leitura recomendada

 

 

  • Blackwell, Lois. The Wings of a Dove: The Story of Gospel Music in America. Norfolk: Donning, 1978.
  • Boyer, Horace Clarence, How Sweet the Sound: The Golden Age of Gospel Elliott and Clark, 1995,
  • Broughton, Viv, Too Close To Heaven - The Illustrated History Of Gospel Music, Midnight Books, 1996
  • Albert E Brumley & Sons, The Best of Albert E Brumley, Gospel Songs, 1966.
  • Darden, Robert, People Get Ready: A New History of Black Gospel Music Continuum International Publishing Group, 2005
  • Heilbut, Tony, The Gospel Sound: Good News and Bad Times Limelight Editions, 1997,
  • McNeil, W. K., Ed. Encyclopedia of American Gospel Music. Routledge, 2005. Stevenson, Arthur L. The Story of Southern Hymnology. Roanoke, VA: Stone Printing and Manufacturing, 1931.
  • Zolten, Jerry, Great God A' Mighty!:The Dixie Hummingbirds - Celebrating The Rise Of Soul Gospel Music, Oxford University Press, 2003, {{ISBN|0-19-515272-7

   Grupos e artistas mais conhecidos no cenário gospel:

 

 No Brasil

Recados de amor!!!!  escrito em quarta 10 junho 2009 19:40

Amor Onde Está O Seu Fogo?

Amor, onde está o seu fogo?
Estive aqui sentada fumegando
Fazendo sinais com bastões, fins estranhos e porções
Mas não há nem sinal de uma chama
Impostores passaram por aqui, oferecendo um brilho agradável
Mas estou me apegando ao que você é - um inferno que queima até os ossos
Alguns me incentivam a ser moderada, mas morno não dá certo

Pois eu, eu quero me inflamar com você
Então estou guardando meu coração por você
Guardando meu coração

Então me coloco segurando tochas
Falando palavras que são lâmpada para os pés deles
Até que você venha e eu seja inteira, e nos tornemos um e o fogo em mim seja completo
Alguns me falam pra ser moderada, mas morno não dá certo

Pois eu, eu sei que vou me inflamar com você
Então estou guardando meu coração por você
Guardando meu coração

Então uma dúvida vem mentir lá no fundo da mente
Que eu me oferecerei a você e você educadamente recusará
Então apresso-me a calar isso
Gritarei e afastarei isso pra longe

Composição: Brooke Fraser

 

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Saving The World  escrito em segunda 08 junho 2009 21:55

Saving The World

Brooke Fraser

Didn't I tell you everything's fine?
If there's a good and bad we're somewhere in between
Often I feel like we're all navigating blind
Could we get a change of pace to set the scene

We could stay another day in this confusion
Let it permeate us 'till we can't move on

[Chorus]
And while we're waiting we could try saving the world
Or are we storing that up for a raining day?
I'm anticipating the time when it'll be my turn
It could be fun to try
I think that I'll save the world as a fun afternoon activity

Seventy thousand things to ponder today
Most significant are bottom of the list
Forty five million recipes and ways
To exaggerate and compound the stress

We could stay another day in this apathy
Let it permeate us 'till we're numb through

Brooke Fraser (Traduzido)

Eu não te disse que está tudo bem?
Se há algo de bom ou mau, estamos em algum lugar entre ambos
Frequentemente eu sinto como se estivéssemos navegando cegamente
Que tal mudarmos nossos passos para consertar essa cena?

Poderíamos ficar mais um dia nessa confusão
Deixe que nos permeie até não podermos mais prosseguir

Mas enquanto esperamos podíamos tentar salvar o mundo
Ou estamos aguardando para fazê-lo num dia chuvoso?
Já estou prevendo o tempo em que será a minha vez
Poderia ser divertido tentar
Acho que vou salvar o mundo como uma divertida atividade da tarde

Setenta mil coisas para meditar hoje
As mais significativas estão no topo da lista
Quarenta e cinco milhões de receitas e modos
Para exagerar e complementar o estress

Poderíamos ficar mais um dia nessa apatia
Deixe que nos permeie até que fiquemos entorpecidos

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